The Truth's For Sale

Alienados

A alienação da metrópole que não conhece a si própria, a ignorância dos habitantes incapazes de verem-se como realmente são e o horror que o desconhecido carrega constituem os temas da crônica.

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O descolamento da realidade, sutil a ponto de um tênue esforço ser o bastante para ignorá-lo, mas presente o suficiente para que pequenas extravagâncias acumulem-se diante daqueles dispostos a olhar para os lugares certos, faz o clima da crônica.

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O Hospital Psiquiátrico São Pedro é o centro da comunidade Changeling de Porto Alegre. Batizado de A Ruína, como ele aqui será conhecido, abriga atividades o suficiente para justificar a presença de praticamente qualquer pessoa, mas é amplo o bastante para que todo o desejo por reserva seja atendido em seus prédios abandonados, construções demolidas e edificações reerguidas sobre cinzas.

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Dor, Perda, Identidade, Insanidade, Existência, Prisão, Simulacro, Emoção, Sonho, Horror, Sebe, Arcádia, Política, Submundo, Crime, Lembrança, Orgulho, Ignorância, Desconhecido, Extravagância, Violência, Sobrenatural, Paranoia, Família, Embuste.

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Ficha de Personagem em Português
Características e Contratos
Resumo das Regras

Outros:

Hospital Psiquiátrico São Pedro – Cronologia da Ruína

Capítulos:

Prelúdio para a Alienação
Volver e Revolver
Coisas Presas aos Espinhos
De Família em Família
Um Domingo Qualquer
Despertares
Preparativos são tudo o que importa
Motivos singelos
Sonhos de Criança
Olhar de Quimera
Interlúdio – Depois da Tempestade
Encontros & Encruzilhadas
Convicção e outros Vínculos
Com o que sonham as mães
Alienados em definitivo

10 Respostas

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  1. R.G. Caetano said, on 03/08/2011 at 12:40

    Opa, nova crônica! No aguardo de novidades…

  2. Carlos Hentges said, on 03/08/2011 at 14:03

    Brasil, Império continua firme na reconstrução de nosso passado majestático. As histórias de Changeling correm em paralelo, para apenas um jogador, e em busca de temas bem distintos. Vamos ver dessa Sebe sai duende.

  3. R.G. Caetano said, on 06/08/2011 at 16:17

    Qual a principal diferença entre a antiga crônica e a proposta da nova?

  4. Carlos Hentges said, on 07/08/2011 at 12:30

    Não existem grandes diferenças. A crônica anterior foi interrompida antes de eu explorar seus temas. Resolvi reciclar algumas ideias. Acho que a principal mudança vai ser no tom da narrativa, buscando evocar conceitos que são próprios do Changeling: The Lost por meio de um planejamento maior das cenas, algo muito difícil de fazer antes, quando tinha quatro personagens na mesa.

  5. Gutemberg Fernandes de Souza said, on 02/05/2012 at 03:44

    Gostei bastante da sua maneira de narrar e desenvolver as crônicas… Acompanhei a “Os Espaços Vazios” pelo blog/site Mundo das Trevas recentemente e fiquei surpreendido com o enredo. Tem alguma referência que vc costuma usar diretamente para se inspirar entre um e outro arco de histórias ou pega e monta tudo de uma única vez. Abraços e que Nimb continue rolando bons dados para todos vocês.

  6. Carlos Hentges said, on 02/05/2012 at 09:12

    Cara, se tem uma fórmula, eu sigo às cegas. No caso de Espaços Vazios, eu estava planejando uma crônica onde os personagens viessem do zero até onde fossem capazes de sobreviver. Outra coisa que planejei foi que as situações os obrigassem a decisões difíceis e conflitos internos. Os arcos saíram do livro Lugares Misteriosos e de um quadrinho chamado O Extremista. Toda a parte final foi claramente influenciada por Changeling: The Lost, que na época eu estava começando a ler. Na real, inicialmente era para ser uma crônica mais longa, com mais espaço para facções de caçadores e sua política e maquinações. Acabou desse modo porque um dos jogadores estava de mudança marcada. No fim, deu tudo muito certo.

    Quanto a Alienados, tudo começou da leitura de uma notícia sobre o Hospital Psiquiátrico São Pedro, uma instituição bastante antiga e reconhecida em Porto Alegre. Na minha cabeça, todo Changeling é meio pirado, é só uma questão de descobrir de que maneira. Continue acompanhando. Certo é que o personagem ainda vai se perguntar muito se não seria melhor viver no paraíso que foi feito para ele em lugar de ter o que uma existência plena significa.

    Falamos.

  7. […] texto foi escrito para a crônica de Changeling The Lost Alienados. Share this:CompartilharFacebookGostar disso:GosteiSeja o primeiro a gostar […]

  8. R.G. Caetano said, on 30/07/2015 at 00:14

    Como foi tua experiência narrando em cenários brasileiros? Prós e Contras.

  9. Carlos Hentges said, on 30/07/2015 at 10:11

    Não vejo diferenças significativas entre cenários brasileiros ou estrangeiros. Na verdade, em termos narrativos, São Paulo e New York estão a mesma distância de mim. “Ah, mas no Brasil os políticos são mais corruptos…” Mas eu jamais deixaria de colocar um político novaiorquino corrupto na minha história se ela precisasse disso. A questão dos cenários familiares é que eles te dão um ponto de partida pela pura vivência e material de pesquisa abundante, bastando que ele seja torcido e distorcido para se acomodar à narrativa. O único aspecto negativo disso – nunca enfrentei nenhum deles, estou apenas especulando – é a possibilidade de um narrador que para a história para conferir se determinado bairro tem ou não uma delegacia, por exemplo, ou um jogador que se recusa a aceitar algo porque “em Porto Alegre isso não existe”.

  10. R.G. Caetano said, on 01/08/2015 at 19:58

    Tens razão, a questão da familiaridade e dos materiais de pesquisa podem facilitar a tarefa de se conseguir uma narrativa mais verossimilhante. Sobre o aspecto negativo que tu comentaste, acho que ele pode ser contornado por uma ‘licença poética’ criada pelo mestre, a qual todo narrador tem direito, para o bem da história.

    Abri um tópico sobre isso no fórum do MdT: https://mundodastrevas.com/forums/forum-geral-de-storytelling/topics/275-ambientacao-brasil. Se quiser contribuir lá também. Espero que o debate se desenvolva.


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