The Truth's For Sale

Capítulo 06 – De um Fascínio Anormal…

Posted in RPG, World of Darkness by Carlos Hentges on 19/02/2010

Hunter: The Vigil – Os Espaços Vazios

Capítulo 06 – De um Fascínio Anormal…

Domingo, 24 de janeiro

Cena 01 – Pulsação Noturna

Assim que entram no Priceless, Jennifer e Lisa agradecem e despedem-se. Kallinger as recorda do interesse que ele e Cutler têm em encontrar Alyson Cote. Um belo sorriso de boa sorte é toda a promessa de ajuda que recebe.

Em um dos quatro bares posicionados no amplo saguão do Priceless, que recebe nesta noite cerca de metade do público que sua capacidade permite, os dois bebem algo enquanto tentam sentir-se mais à vontade no ambiente que é tão diverso de seu cotidiano.

Chama atenção de imediato, sobre uma bancada bem ao centro do salão, uma grande piscina aquecida. Cerca de vinte pessoas estão ali. Algumas trajam roupas de banho, outras estão nuas. Roupões são oferecidos para aqueles que aguardam entre um mergulho e outro.

Tantos os funcionários do Priceless quanto os clientes são atraentes. Aparentemente, apenas os muitos ricos tem o direito de não serem belos. Apesar disso, e de tudo o que aquele ambiente sugere, o clima é descontraído. Na tensão sexual que preenche o ar não há o prenúncio de uma súbita orgia. O saguão do Priceless parece o lugar onde jovens amantes distribuem carícias sensuais.

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John Kroll desperta com o som de uma freada brusca. À janela ele vê a rua tranqüila e coberta de neve do subúrbio onde Melinda Barton reside. Abraçada a um travesseiro, ela segue em um sono especialmente tranqüilo à meia luz do abajur.

Kroll olha na direção de suas roupas. Se pergunta se não deveria simplesmente partir. Ainda desconfia que a mulher possa estar, de alguma forma, envolvida com o brutamontes que Kallinger e Cutler espancaram dias antes. Paranóia e precaução, em vista dos últimos acontecimentos, lhe são cada vez mais semelhantes.

Na sala, enquanto busca indícios que corroborem ou neguem suas suspeitas, Kroll percebe um grande hematoma no abdome. Nem isso e nem a extensa marca de unhas nas costas estavam ali mais cedo.

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– Professor Kallinger?

A pergunta vem de uma bela jovem com pouco mais de vinte anos. Kallinger lembra dela em alguma sala de aula, em trajes mais recatados dos que os desta noite. O nome lhe foge completamente, mas Ericka Ballard, com todo o desprendimento, logo corrige isso.

Em instantes lhes apresenta a alguns amigos. Nenhum deles conhece Alyson Cote, contudo. Kallinger não se sente confortável na presença de alguém da universidade, e se esforça para ser agradável sem demonstrar qualquer interesse que dê margem para interpretações.

Cutler, menos distraído pelas lidas sociais, percebe que circula pelo Priceless um homem que cumprimenta garçons e clientes com igual desembaraço. Não se detém para conversas, e sua passagem se assemelha a um desfile. Enrodilhada nele, tal qual um troféu, vai Alyson Cote.

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Melinda ainda dorme. A luz do corredor ilumina o cômodo por um instante. Em um dos cantos, piscando em vermelho, uma câmera acusa a extinção da bateria. De quantas outras coisas que ocorreram naquele quarto Kroll não lembraria?

Após vestir-se e pegar a fita da câmera, vai até a cama. Melinda também tem marcas pelo corpo. A lesão escura que contorna seu pescoço é a pior delas. É difícil fazer com que desperte.

Kroll – Melinda?
Barton – Hummm…. John? Aconteceu alguma coisa?
Kroll – Nós dormimos juntos.
Barton – Sim… Por que você está vestido?
Kroll – Notei algo estranho em você. E em mim.
Barton – Eu fiz alguma coisa errada?
Kroll – Não. Deixe que eu mostro.

Melinda se sobressalta quando as luzes revelam as marcas no seu corpo; mas não há surpresa em seus olhos.

Kroll – Você está cheia de hematomas, e eu não lembro de ter feito isso.

Melinda vai à câmera e procura pela fita.

Kroll – O que é isso?
Barton – Foi sugestão sua, John. Nem sei como deixei você me convencer… Onde está a fita?
Kroll – Eu não sei. Acabei de acordar, me olhei no espelho e vi os hematomas.

Melinda veste um roupão. Sente-se exposta pela primeira vez naquela noite.

Barton – Não me faça acreditar que você é um desses homens. Se aconteceu algo que você não queria, peço desculpas. Mas essa fita tem coisas que são nossas.
Kroll – Eu realmente não sei o que houve.
Barton – A câmera foi sugestão sua, John. E tudo o que houve depois também. Eu nem sei se queria, mas você me convenceu. Não é certo levar a fita.
Kroll – Não estou com ela.
Barton – Bem, ela não está na câmera. E quando acordei você já estava vestido, pronto para ir embora. O que quer que eu pense?
Kroll – Sei lá. Eu já disse que não lembro do que aconteceu.
Barton – Olha, John, eu já ouvi muitas coisas. Você não precisa de uma desculpa para ir embora. Apenas deixe a fita.
Kroll – Eu não sei de fita nenhuma. Nem do que aconteceu aqui.
Barton – Então acho que deveria simplesmente ir embora. Espero que não faça nada com a gravação. Eu não mereço o que você pode estar pensando em fazer.
Kroll – Eu já disse…
Barton – É a sua consciência, John. Você sabe onde fica a porta.

Debaixo da sua carteira, John Kroll encontra um cartão.

Kroll – Você deixou isso aqui?
Barton – Não!

O bilhete tem o endereço de um local chamado “As Extremidades”. No verso, escrito à mão em letra rebuscada, apenas uma frase:

– Venha para o que Veste a Pele.

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Após desligar o telefone Kallinger transmite a ansiedade de Kroll a Cutler, que até então vinha observando a movimentação do homem que Alyson Cote acompanha. Dmitri Porykov conversa em russo com um dos clientes do Priceless. Há camaradagem entre eles. Os demais ocupantes da mesa, ainda que pareçam não compreender o que é dito, evitam diálogos paralelos. Uma forte impressão de respeito e autoridade cerca Porykov e seu amigo.

Quando na mesa ao lado despedidas têm início, Kallinger e Cutler passam a dialogar em voz alta. Sobre uma festa com convidados mascarados e um estranho traje de couro negro trata sua conversa. Demora cinco minutos até que um homem que se identifica como Boris os convide a encontrar Dmitri Porykov.

O caminho até o escritório os tira do saguão do Priceless. De um depósito mais adiante ordens são gritadas em russo. Kallinger recorda dos piores filmes a respeito da máfia moscovita, fazendo com que o idioma rude por um instante se assemelhe às súplicas desesperadas de alguém sob tortura.

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Em casa, Kroll assiste à fita. Ele mal pode acreditar no que vê.

Iniciando com chuviscos, a filmagem logo revela Melinda Barton sob os lençóis. John Kroll se aproxima dela depois de confirmar que a câmera está operando corretamente. Os momentos seguintes são do mais violento e degradante sexo que Kroll já testemunhou. Mal pode reconhecer-se. Coisas que ele nunca desejou fazer, que jamais admitiu pedir que alguém fizesse, estão registradas ali. Passados quarenta minutos, ambos tombam com a carne ainda pulsando, exaustos e feridos. Antes que desista de assistir, testemunha atônita dos próprios atos, ele percebe uma leve alteração na luz do ambiente. Uma terceira pessoa entra no quarto. Totalmente coberto por couro negro, é impossível reconhecer quem, com a mão enluvada, acaricia Kroll como o faria ao animal de estimação favorito. Um bilhete é deixado sob a carteira e, da mesma forma que surgiu, a figura sombria desaparece.

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Dmitri Porykov senta-se atrás da ampla mesa de uma sala decorada com objetos que remetem à sua Rússia natal. Em uma poltrona, Alyson Cote quase se confunde com os demais enfeites. Boris entra logo depois de Kallinger e Cutler, permanecendo junto à porta.

As apresentações são deixadas de lado. São desnecessárias. Percebendo uma máscara sobre a mesa, pousada de forma a salientar suas características particulares, Kallinger se encarrega de iniciar a conversa.

Kallinger – Mais um fã de máscaras?
Porykov – Elas tem seu uso. Mas disso já sabem. Jogaram uma isca pouco discreta lá fora e ela os trouxe até aqui.
Kallinger – Temos um amigo com problemas envolvendo um traje preto. Alyson aparece na mesma filmagem que ele. Uma festa bastante privada. Sabe do que estamos falando. Foi assim que chegamos até aqui.
Cutler – Todos usavam máscaras feitas por Claude, como a sua.
Alyson – Não sei quem são vocês. Dmitri, eu nunca vi nenhum deles!

Porykov ouve com atenção e tranqüilidade enquanto acende uma cigarrilha. Antevê uma negociata, algo com que está familiarizado. Alyson, porém, fica ansiosa ao se ver no centro das atenções.

Porykov – Eles estão falando da gravação feita por aquele covardezinho que fez o favor de explodir a própria cabeça.
Kallinger – Fitzgerald… Precisamos saber sobre o traje.
Cutler – Não seria o senhor que estaria travestido de couro, sr. Porykov?
Porykov – Não. Os russos fazem as coisas às claras.
Kallinger – E o fato de que pessoas relacionadas a essa roupa estejam morrendo não os preocupa? Hector Soto, Dwight Dickson…
Porykov – …John Kroll. O amigo de vocês!

Porykov levanta-se e vai até um cofre pequeno, próximo de sua mesa. A posição não permite que a senha seja divisada, mas quando aberto, revela maços de dinheiro, uma pistola e um envelope transparente que ele joga sobre a mesa. São informações a respeito de Kroll. Endereços, horários, algumas fotos. Dados esparsos e que se encerram no dia em que Kallinger e Cutler espancaram o observador.

Porykov – Podem ficar com isso. O que esses papéis me disseram vocês dois já devem saber.
Kallinger – O interesse nele se deve ao contato com o traje?
Porykov – Me foi sugerida uma troca que não é mais vantajosa ou necessária.
Kallinger – E como podemos negociar informações a respeito do traje?
Porykov – A pessoa que me fez essa proposta não me agrada. Normalmente, eu cuido por minha conta de quem me causa problemas. Porém, já que estão tão interessados em ajudar seu amigo, basta que procurem alguém chamado Tailor neste local. Lá chegando, digam que foram para ver aquele que veste a pele.

Antes que deixem o escritório, recebem um aviso agourento.

Porykov – O que viram no vídeo… Aquilo em nada os preparou para o que encontrarão no endereço que acabaram de receber.

Cena 02 – Momentos Transitórios

Um prédio antigo, de três andares e não mais do que quatro metros de largura, com tapumes cobrindo as janelas e portas de metal encadeadas impedindo a entrada – tudo isso em uma das regiões mais perigosas da Filadélfia – é o que Cutler encontra quando visita brevemente o endereço que receberam naquela noite.

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– Eu não sou foda pra caralho?

O modo de Kroll quando mostra as imagens gravadas no apartamento de Melinda Barton são evidência de orgulho devasso ou uma tentativa inconsistente de ocultar o constrangimento e desorientação causados por uma noite na qual protagonizou atos dos quais não é capaz de lembrar-se?

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– Creio que esse é o prenúncio de um fim positivo para as nossas negociações, sr. Cutler.

Com um aperto de mão, Jebediah Stone despede-se de seu possível futuro associado. Ao longo da hora ou duas que passa em companhia do ancião, na busca infrutífera por respostas aos mistérios envolvendo o traje negro, Cutler não deixa de notar os símbolos gravados em cantos mal iluminados da residência. Nem passa despercebida a redundância entre eles. Signos e mais signos com idêntico propósito: impedir que algo deixe os limites impostos pelas paredes frágeis daquela velha casa.

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Cultos, via de regra, são erigidos dentro de conceitos simples por líderes de personalidade marcante. Isso permite o contínuo fortalecimento da fidelidade que, cedo ou tarde, receberá um propósito. Sexo, submissão, imoralidade, prazer, é difícil saber o que desejam essas pessoas em sua aparente devoção ao indivíduo do traje negro, tratado no vídeo como a personificação desse conceito misterioso. Sem essa certeza, é impossível divisar seu intento. Se forças ocultas estão movimentando-se será preciso saber mais para contrapô-las.

Ulysses Campbell, uma das raras pessoas que conseguem concluir um raciocínio sem serem de alguma forma ofendidas por Cutler, presta todo o auxílio possível a partir das poucas informações que recebe.

Cena 03 – Open the Gates

Tailor é um personagem tão obscuro quanto as atividades que estaria patrocinando. Assim conclui Kroll depois de receber apenas negativas de seus conhecidos no submundo da Filadélfia.

Diante do prédio identificado como As Extremidades, onde estivera mais cedo, Cutler pondera. Assim que respondeu a Kallinger a respeito de uma corda reforçada que tinha no porta-malas percebeu algo a caminho. Sobrepujando a dúvida, acelera para acompanhar o ritmo dos acontecimentos.

O motor do velho sedã ruge em resposta. A corda arrasta com estardalhaço as portas metálicas que Kroll, com uma chave de roda, não consegui vencer. O caminho para As Extremidades se abrira.

Muitas pessoas observam sem entender o que acontece naquele final de manhã de domingo, mas esta é uma vizinhança onde perguntas inconvenientes não são feitas, ainda que histórias curiosas sempre atraiam ouvidos atentos.

Lá dentro, Kallinger e Kroll logo descobrem um interruptor. E molduras com fotos pornográficas, ainda que artísticas. E um alarme silencioso em operação. A incursão definitiva esperaria até a noite.

Cena 04 – Entrega

Logo que estaciona, Cutler percebe Tom o aguardando em frente ao antiquário. Tem uma caixa nas mãos. Kroll, que já verificara pelo menos duas vezes se foram seguidos até ali, permanece no carro. O preocupam os papéis que estavam em posse de Porykov.

Tom – Sr. Ox! Eu trouxe o que prometi.
Cutler – Achei que iríamos nos encontrar no local combinado, Tom. A praça, perto da loja.
Tom – É, eu sei. Me desculpe. Mas como o senhor não apareceu resolvi fazer as coisas por minha conta.
Cutler – O que você tem aí?
Tom – Aqui tem o que o senhor pediu.
Kallinger – Eu vou dar uma volta, Sr. Ox!

A caixa, desprendendo o odor dos produtos utilizados pelo sr. Claude, guarda o molde usado para confeccionar uma máscara.

Tom – Eu fiz o que não devia, mas fiz o que o senhor pediu.
Cutler – De quem é esse molde?
Tom – Não sei. Peguei o que consegui. Mas é novinho!
Cutler – Pelo visto temos um acordo. Pegue esse dinheiro.
Tom – Muito obrigado. Pode contar comigo. Eu tenho que ir.

Já nas dependências do antiquário, Cutler mostra a Kallinger e Kroll o molde. Este o experimenta, logo confirmando que não se trata da peça criada a partir de suas feições.

Inquietam-se todos com suposições a respeito de como o jovem Tom chegou até o antiquário quando a única informação que possuía era um nome falso dado por Cutler…

Kroll – Toda essa merda está ligada de algum jeito.
Cutler – Eu acho que se existe uma relação entre tudo isso, é apenas pela bizarrice dos fatos.
Kallinger – OK. Uma série de coisas inexplicáveis.
Kroll – Como o fato de eu ter feito a porra daquele filme.
Kallinger – Isso está relacionado à veste preta. E vamos resolver isso hoje.
Cutler – Deixa eu te dizer uma coisa. Você não lembra de nada? Aquela merda esfregou a mão na sua cara e você não lembra de nada?
Kroll – É.
Cutler – Olha, se nada der certo nós podemos fazer uma armadilha. É colocar uma vadia para trepar contigo e esperar para ver o que acontece.
Kroll – Não, você não entendeu. Não funciona assim.
Cutler – Nós estamos preocupados com o quê? Com alguma coisa que pode te atingir. Nós podemos só ficar esperando…
Kallinger – Nem pensar. E se o Kroll pirar de repente por causa dessa merda toda eu quebro a cara dele.
Kroll – Não vou ficar esperando como aquele mexicano, Soto, que morreu atropelado. Eu vou é conseguir aquela roupa preta ou descobrir com quem ela está. Hoje!

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9 Respostas

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  1. Kallinger said, on 20/02/2010 at 09:05

    PU-TA-QUE-PA-RIU! Se tinha como piorar essa merda toda era ter esses porras desses russos metidos. Qualquer Boris, ou Dmitri, ou Ivanov não vale nada. Os que prestam estão lá. Os que estão aqui são um bando de marginal contrabandista lavador de dinheiro. Essa puta da Alyson tinha que ta metida com um merda dum russo! Caralho!
    ———
    Maroni está mais calmo ultimamente. Talvez ele não percebe a urgência dos acontecimentos. Talvez ele ta cagando pro Kroll, mas o fato é que nós ainda só temos nós 3 para nos apoiarmos. E a menos que esse tal de Taylor seja um negão 2×2 eu vou chegar socando esse cara. Tomara que o Maroni seja aquele mesmo da chave de roda, ao menos essa noite. E se o Kroll baixar a ‘pomba gira’ (NT: ou o maldito equivalente americano) ele vai ir pro sarrafo também… “punhetinha”… hahahaha…

  2. L. Maroni said, on 20/02/2010 at 12:42

    The calm before the storm…

  3. R.G. Caetano said, on 20/02/2010 at 15:12

    Estou meio confuso em relação à história… máscaras, máfia russa, vídeo pornô amador!… num contexto geral (e para quem está observando de fora da mesa de jogo de vocês) isto está ficando muito estranho.

    Mas é o Mundo das Trevas…tudo é possível.

  4. L. Maroni said, on 20/02/2010 at 16:14

    Principio básico de confronto: Se é pra botar a casa abaixo que pelo menos você concheça ela.
    Na rua nenhum safardana russo ia cantar de galo. O último já tá na fila de transplantes. Vodka nunca mais.
    Prudência para não sair do Priceless dentro de uma maleta.

    Confesso que após ver o vídeo violento de Kroll com a namoradinha me coloquei no papel dele. Devia ser eu ali. Pulsões. Desconsiderando é claro o fantoche negro que fez aquela visitinha. Talvez seja melhor segurar meus impulsos por enquanto.

    O melhor no momento é eu pegar minha .45 que está nas mãos de Kroll. Deixo ele com este soco inglês que é menos letal… assim espero.

  5. Carlos Hentges said, on 20/02/2010 at 19:25

    Essa confusão, prefiro chamar de incerteza, é compartilhada pelos jogadores e pelos personagens. O caráter definitivo que pretendem às ações a seguir, como a última cena desse capítulo demonstrou, dá a entender que estão dispostos a sanar todas as dúvidas que restam. Em dez dias saberemos se conseguiram e quais as conseqüências de seu fracasso ou sucesso.

  6. R.G. Caetano said, on 20/02/2010 at 22:34

    Com qual periodicidade o grupo de vocês joga?

  7. L. Maroni said, on 21/02/2010 at 12:20

    este arco de 15 em 15 dias.

  8. Carlos Hentges said, on 21/02/2010 at 14:24

    Exato. Nos reunímos semanalmente, e a história se alterna com uma ambientada na Segunda Guerra Mundial. Estou relatando essas sessões no tópico Diários de Guerra.

  9. L. Maroni said, on 23/02/2010 at 12:52

    Esse jogo é o único sem regras. O pervertidinho já devia saber… Certamente não vai se importar de perder TODO o couro do corpo.


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