The Truth's For Sale

The Order of the Stick

Posted in Literatura by Carlos Hentges on 11/09/2009

Eles já estão em minha lista de Associações Improváveis há um ano. Mas nesta semana, finalmente e infelizmente, eu empatei com o autor e consegui ler a última tirinha publicada de Order or the Stick.

Finalmente porque dá um certo orgulho do que eu fiz em parte do meu tempo livre no horário de almoço. Foram mais de 600 tiras, 676 para ser preciso. E infelizmente porque agora vou ter que me adaptar ao ritmo do Sr. Rich Burlew, quando antes podia ler 10 ou 15 episódios de uma só vez. Paciência…

Para quem não conhece, o quadrinho narra as aventuras de um grupo de heróis envolvidos na preservação de seu mundo medieval fantástico contra as investidas do lich Xykon. Ainda que existam dezenas de tramas paralelas, derrotar Xykon é o mote da “campanha”.

O grupo:

Roy Greenhilt – Guerreiro: O líder da Ordem é honrado e de personalidade. Ressente-se por seu pai, um mago, não reconhecer sequer seu título (um MBA, sigla para Mestre nas Artes de Batalha, no original).

Durkon Thundershield – Clérigo: O anão que reza por Thor é um exilado de sotaque difícil.

Vaarsuvius – Mago/a: Ainda que existam dúvidas sobre a sexualidade desse elfo/a, não há espaço para questionar o seu poder. Dado a manifestar-se de modo empolado, nem sempre é compreendido por seus companheiros, especialmente Elan.

Haley Starshine – Ladina: Segunda em comando da Ordem, é ousada e astuta. Nutre por Elan sentimentos que tem dificuldade em expressar.

Elan – Bardo/Espadachim: Um inocente. Na maior parte do tempo, tem dificuldades para compreender o que se passa à sua volta. Normalmente, é salvo pela combinação de carisma, otimismo e ajuda dos companheiros, ainda que também tenha seus momentos de herói tradicional, ainda que eles não costumem durar…

Belkar Bitterleaf – Ranger/Bárbaro: Psicopata, maníaco e perigoso, tende a dividir as pessoas em dois grupos: os que lhe dão tesão e os que lhe despertam o ódio. Sua permanência no grupo ocorre apenas porque Roy acredita que o (pouco) controle que tem sobre o halfling seja melhor do que nenhum controle.

Seria um esforço inútil tentar numerar as aventuras da Ordem ao longo de mais de 600 tiras, além de estragar surpresas, é claro. Se você não conhece, comece a ler da primeira tira, como eu fiz, e acompanhe a evolução de um grupo de “dungeon crawlers” até o encontro com seu destino épico que se avizinha.

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