The Truth's For Sale

Hunter: The Vigil – Fechando o Cerco

Posted in RPG, World of Darkness by Carlos Hentges on 02/07/2009

Hunter: The Vigil – Um Sombrio Dito Notável

Capítulo 09 – Fechando o Cerco

Don’t look to the eyes of a stranger
Don’t look trough the eyes of a fool
Don’t look to the eyes of a stranger
Somebody’s watching when the light goes down

Iron Maiden – Virtual XI – Don’t Look to The Eyes of a Stranger

2009, 21 de Março

Cena 01 – Últimas Palavras

Depois do pior dia de folga de todos os tempos, Lucy O’Hara finalmente chega em casa. O silêncio acaba ao toque do telefone:

– Oficial O’Hara? Aqui é o tenente Kauffmann. Eu sei que é a sua folga, mas gostaria que você viesse até o Saint Joseph. É sobre Ivan Mendez, o homem que você salvou.

No familiar saguão do hospital, O’Hara é informada de que o estado de saúde de Mendez é preocupante. Ao que parece, o homem gostaria de agradecer-lhe.

No quarto, é recepcionada por Catalina, esposa de Mendez, que leva o pequeno Pedro no colo. Seus olhos marejados denunciam as últimas esperanças que se esvaem. Em sua companhia estão o irmão, Ramiro Garcia, e um amigo e colega do Zoológico do Lincoln Park, Pablo Salvedo. Todos se retiram para que Ivan Mendez possa falar-lhe com tranqüilidade.

Com curativos no rosto, pescoço e peito, Mendez mal parece vivo. Assim que O’Hara se aproxima, ele toma sua mão, falando com dificuldade.

– Obrigado… Eu consegui dizer… Adeus… A Catalina e Pedro.

O esforço produz uma mancha vermelha nos curativos sobre o seu pescoço.

– Não há o que agradecer. Agora, você precisa se recuperar.

Mendez puxa O’Hara até perto de seu rosto. A voz estrangulada mal sai da garganta.

– Hombre Lobo.
– Um lobo atacou você?
– Não. Lobo, não… Hombre Lobo.

O esforço rompe os pontos do pescoço de Mendez. Sangue cobre os curativos. Em instantes, alertadas pelos aparelhos, enfermeiras adentram o quarto. Antes que possa partir, O’Hara é abordada por Ramiro Garcia.

– É uma vergonha que o marido de minha irmã venha a morrer para proteger animais que apenas ricos tem tempo para ver.
– Não sei o que dizer.
– Você é uma das policiais que está no Lincoln Park, não? Se tiver notícias a respeito de suspeitos, fale comigo. Quero poupar Catalina de mais sofrimento.

Com um cartão nas mãos, O’Hara toma o elevador. As portas se fecham e finalmente ela volta a respirar.

2009, 22 de Março

Cena 02 – Visitas Etéreas

Já é madrugada quando Karl Krueger e Jonathan Trager tomam o metrô no início da Linha Azul. Antes disso, fizeram visitas infrutíferas a dois endereços onde ocorreram desabamentos: a residência em frente ao Lincoln Park e o prédio onde morou Richard Stark. Todas propriedades da Fortuna Incorporações, empresa que era controlada por John Burgess em vida, ou um pouco além…

Sem recursos, decidiram por uma medida que ambos considerariam descabida, tresloucada até, há algumas semanas: tomaram o vagão que lhes permite encontrar um homem morto.

Como da outra vez, estão sozinhos quando as portas se abrem para a estação Belmont. Simon Ellsworth se aproxima nos mesmos trajes, batendo sua bengala com ponta de ferro no chão. Ele parece mais revigorado desde o último encontro.

– Olá!
– Precisamos lhe fazer algumas perguntas, senhor Ellsworth.Simon Ellsworth
– Não há problemas. Eu devo isso a vocês, depois do que fizeram por mim.
– O senhor sabe a respeito de John Burgess?
– Me parece que vocês foram bem-sucedidos. A presença de John praticamente inexiste.
– Praticamente?
– Sim, de fato. Ele não está mais no local escolhido para seu repouso. Está mais ao sul da cidade, além de onde posso senti-lo com clareza.
– E aquelas coisas que ele controlava.
– Sem o poder de John para sustentar-lhes, cessou sua existência.
– Sim, as coisas que saiam das paredes. Mas e os outros, que se pareciam entre si.
– Aqueles eram de carne, como vocês. Podem estar livres, mas, certamente, perturbados, já que os fios com que John os controlava foram definitivamente cortados.
– Pode sentir onde estão?
– Não, mesmo que John ainda pudesse manipulá-los, carregam apenas um resquício de seu poder. Eu ainda não sou forte o bastante para tanto.
– Muito obrigado.
– Como disse, eu lhes devo. Por isso, dou um conselho adicional. Mantenham-se longe do Lincoln Park. O que habita lá não deseja ser perturbado.

No vagão que os leva de volta à realidade, Trager sentencia.

– Quando tudo isso acabar, são os restos desse aí que vamos tirar da terra.

Cena 03 – Invasão

Após deixar Krueger, Trager chega ao seu apartamento. Ao abrir a porta, percebe imediatamente que alguém esteve no local. Cheiro forte de urina impregna o ar. Depois de abrir as janelas para deixar o ar frio da madrugada fazer o seu trabalho, ele constata que nada desapareceu. Na verdade, algo foi deixado para trás. Um pote de vidro com cinzas escuras estão sobre a mesa. Na parede, um símbolo pictográfico marca o gesso. A origem do odor insuportável está no chão, na forma de uma grande poça amarela.

Arrumando suas coisas rapidamente, Trager deixa o apartamento. Parte até a residência de Krueger, onde uma noite de insônia em busca de significados para o ato de vandalismo os aguarda.

Cena 04 – Marcando Posição

Krueger e Trager dirigem-se até o 18º Departamento de Polícia de Chicago. Receberam mais cedo um recado dando conta da liberação de seus pertences, retidos após os eventos ainda não esclarecidos no Lincoln Park. No local, são encaminhados até a garagem, onde o sargento Erik King espera por eles. Em sua companhia está uma jovem oficial, estranhamente familiar a Trager.

– Conferiram tudo? Está tudo aí?
– Sim.
– Então, assinem esses papéis. A propósito. Saiu o resultado do teste de disparo de arma de fogo, senhor Krueger. E adivinhe? O senhor disparou uma arma na noite do desabamento.
– O senhor está fazendo alguma afirmação que não estou compreendendo, sargento?
– Ainda não. Mas gostaria que trouxesse a sua arma para análise. Não é um pedido, na verdade.
– Tudo bem. Vou ver se a encontro.
– Você tem uma arma em seu nome e não sabe onde ela está?
– Faz tempo que não há uso. Apenas isso.
– O senhor sabe que é responsável por qualquer uso de uma arma em seu nome, não? Pelo menos até relatar o seu desaparecimento.
– Eu vou verificar.
– Quem sabe não é apenas mais alguma coisa que vocês esqueceram, como o que aconteceu naquela noite.
– Estamos de saída, sargento. Adeus!
– Adeus! Eu mando lembranças para seu amigo, Vittorino.

Ao final da conversa, King volta-se para O’Hara, que acompanhou a tudo em silêncio.

– O que acha desses dois?
– Não acredito que tenham feito algo. Mas Vittorino tem razão. Tem alguma coisa errada com eles.
– Ele falou com você também, não é?
– Sim. Pediu ajuda para enquadrar os dois.
– Pois eu acho que vale o aperto. Esses aí ainda não disseram tudo o que sabem.
– A história da amnésia é estranha.
– Para dizer o mínimo… Vamos esperar essa arma do Krueger antes de apertar os dois novamente. E cuidado com o tal Vittorino. Policiais entusiasmados demais não são boas notícias.
– Sim senhor.

Cena 05 – Muito Prazer!

Krueger e Trager abordam O’Hara a caminho do Lincoln Park, nas vizinhanças do 18º Departamento de Polícia. Nenhum deles a reconheceu de imediato, mas observaram a identificação em seu uniforme. Além disso, Trager lembrou-se de tê-la visto em frente ao prédio onde mora, na noite anterior.

– Oficial O’Hara, gostaria de agradecer o que fez por nós duas noites atrás.
– Sem problemas. É o meu trabalho.
– Houve algo estranho naquela noite conosco? Nós parecíamos estar fugindo de algo?
– Vocês estavam fugindo de algo?
– Não. Quero dizer, nenhum de nós recorda o que houve. Talvez pudesse nos ajudar.
– Os dois saíram correndo de uma residência. Achei que fosse um assalto. Eu os persegui até que desfaleceram em meio ao parque.
– Havia um jornalista com você, não? Um tal de Mailer.
– Sim. Henry Mailer. Eu o estava escoltando para fora do Lincoln Park quando os vi.
– Você estava em frente à minha casa ontem, não?
– É verdade. Você é um ótimo fisionomista. Parabéns! Adoraria continuar sendo interrogada, mas está no início do meu turno. Até logo.

LH+CRHDeixando o local contrariado, Trager tem uma surpresa. Em uma das árvores do Lincoln Park estão gravados dois símbolos. Um ele reconhece. É o mesmo que foi arranhado na parede de sua cozinha. O outro, riscado diversas vezes, está irreconhecível. Ainda que não entenda o significado dos traços, seu uso remete à demarcação territorial adotada por gangues em conflito.

O’Hara, enquanto observa seus interlocutores afastando-se, percebe que mais alguém circula nas imediações. É Pablo Salvedo, que ela encontrou na noite de ontem no Saint Joseph Hospital. Atrasada para o início de seu turno, ela não tem como verificar o que o homem faz àquela hora da noite no Lincoln Park, vestindo seu uniforme de trabalho do Zoológico.

2009, 23 de Março

Cena 06 – Pedido de Desculpas

Depois de um turno tranqüilo, uma surpresa após as últimas noites, O’Hara deixa o 18º Departamento de Polícia. À porta, um rosto familiar sorri na sua direção.

– Lucy?
– O que você quer?
– Pedir desculpas, antes de tudo.
– Desculpas aceitas. Até logo!
– Ei, espere. Eu sei. Fui extremamente grosseiro com você. Acontece que eu não a reconheci. Depois lembrei de você no Saint Joseph Hospital. A propósito, me chamo Luc.
– Olá, Luc. Adeus, Luc.
– Sério. Você não gostaria de tomar um café. Para deixar esse pedido de desculpas completo.
– Já tive o suficiente de você. Boa sorte, Luc!

O’Hara percebe que Luc não está sendo completamente sincero em seu pedido. O que ele está querendo? Ela realmente não se importa. Não é um sotaque francês e um belo sorriso que farão O’Hara fraquejar. Ainda mais um sorriso que se desfaz tão rapidamente diante de uma negativa.

Cena 07 – Conhecido em Comum

Depois de um dia de aulas na Universidade de Chicago, Krueger percebe que a nomeação de Caleb Whitfield ao cargo de diretor do Departamento de História ainda não foi digerida pelos docentes. Apesar de persistente nos corredores, o desconforto não é o tema que mais lhe dá o que pensar naquele dia.

– Olá, professor Krueger. Espero que não seja inconveniente a minha visita sem aviso.
– De forma alguma.
– É um belo local a Universidade de Chicago. Há muitos anos não vinha aqui.
– Tem conhecidos aqui, senhor Bergmann?
– Temos um conhecido em comum, na verdade. Michael Cathcart.
– Ah… Sim. Ele acaba de aposentar-se.
– Tive com ele contatos esporádicos nos últimos anos. Cogitei fazer-lhe a Universidade de Chicagomesma proposta que lhe dirigi recentemente.
– O que houve?
– Cathcart era, então, um homem de interesses restritos que guiava um grupo com propósitos personalistas.
– O tal Núcleo de Pesquisa Acadêmica.
– Não me surpreende de todo que o senhor tenha conhecimento disso.
– Eu fiz as minhas próprias pesquisas.
– Deve ter descoberto que o grupo sob liderança de Cathcart enfrentou uma dissidência a partir da chegada de Jerry Detwiller, não?
– Sim. O conheci também.
– Uma tragédia o que aconteceu com ele e aquela outra professora no ano passado. Como era o nome dela?
– Judith Nadler.
– Exato. Nadler. O nome me é familiar porque ela e Detwiller, a partir de determinado momento, impuseram uma postura mais ousada para o NPA, contrariando o modo ameno de Cathcart.
– Entendo.
– Essa mudança está relacionada ao contato de Nadler e Detwiller com um volume muito peculiar e raro, cujo conteúdo resultou em duas tragédias, em 2004 e em 2008: o Origens do Rei Amarelo.
– (…)
– O senhor sabe do que estou falando. Esse livro é perigoso.
– Ele está em local seguro, é o que posso dizer a respeito.
– A minha proposta segue de pé, professor Krueger. Mas, como prova de confiança, peço que me entregue esse livro. Pelo bem de todos.
– Como disse, ele está em local seguro. Mas aceito considerar o pedido em troca de mais informações a respeito do grupo que o senhor representa.
– É justo. Voltaremos a nos falar, em breve.

Cena 08 – A Segurança do Cotidiano

Ao longo daquele dia, diversos eventos de menor importância, ou não, se desenrolam:

Jonathan Trager deposita na mesma caixa segura de um banco onde se encontra o Origens do Rei Amarelo as cinzas deixadas em sua casa e que, supostamente, pertencem a John Burgess.

Karl Krueger dirige-se a um dos inúmeros laboratórios da Universidade de Chicago e solicita a análise de alguns pêlos. Encontrados por Trager em suas roupas e, mais tarde, no Lincoln Park, o material é entregue sob a alegação de que seriam de um animal que vem atacando o rebanho na fazenda dos Krueger. O resultado é prometido para dali a quatro dias.

Jonathan Trager tenta retomar o contato com o vizinho de sua irmã, Troy Anderson. Depois dos acontecimentos ocorridos no porão de sua casa, Anderson mostra-se extremamente inamistoso e indisposto.

Lucy O’Hara entra em contato com Anastasio Vittorino. Ela voltou atrás em relação a Krueger e Trager. Após a narrativa do encontro no Lincoln Park, Vittorino conclui que ambos estão confusos, e dispostos a agarrar a primeira mão que lhes for estendida. Essa mão deve ser a de O’Hara.

Karl Krueger registra a perda de sua arma.

2009, 24 de Março

Cena 09 – Encontros Noturnos, Desencontros Matinais

Nesta noite, a ronda de O’Hara pelo Lincoln Park é um pouco diferente. A reunião de briefing comandada pelo tenente Herbert Kauffmann apontou alguns distúrbios na Praia da Avenida Norte. Fogueiras foram avistadas. A ocorrência não é incomum, especialmente durante a época mais fria do ano, quando moradores de rua tentam qualquer coisa para suportar a madrugada.

Em seu novo percurso, O’Hara acaba testemunhando um encontro reservado. Em vez de fogueiras, três pessoas estão na Praia da Avenida Norte. Uma delas é Pablo Salvado. À distância, O’Hara observa que a conversa é ríspida. Ao avistar a aproximação da oficial, o grupo dispersa. Salvedo vem em sua direção.

– Boa noite, oficial.Meeting Place
– Boa noite, senhor Salvedo. Sabe que não deveria estar aqui após as 22 horas, não?
– Sim, me desculpe. Isso não vai se repetir.
– Não está lembrado de mim? Do Saint Joseph Hospital? Estive no quarto de Ivan Mendez.
– Ah, sim. A policial que salvou a vida de Ivan.
– Como está ele?
– Ivan faleceu poucas horas depois que você saiu. Foi uma coisa terrível.
– Lamento. O senhor parece bastante perturbado. Era próximo da família?
– Sim. Éramos colegas no Zoológico. E amigos, também.

—-

Ao chegar em casa, no meio da manhã, O’Hara presencia uma discussão acalorada entre um casal. Aproximando-se para tentar arrefecer os ânimos, a oficial descobre que eram marido e mulher. Separados há algum tempo, Harold e Emily discutem a respeito de uma visita à sua filha, Hannah. Harold apresenta uma ordem restritiva contra Emily, que a obriga a agendar encontros previamente. Além disso, diz que a ex-mulher é uma viciada descontrolada. Emily rebate dizendo que Harold a impede de ver a filha, e que está livre das drogas há um ano. Visivelmente doente, a pequena Hannah tem marcas de agulha nos braços, onde Harold lhe aplica injeções de insulina. A doença da menina a obriga à reclusão, segundo Harold. O’Hara fica incomodada com a situação. Não é nos braços que os diabéticos recebem injeções. Além disso, a casa exala um cheiro horrível que se impregnou na pequena Hannah, apesar de suas roupas limpas.

Incapaz de fazer com os dois cheguem a um acordo, O’Hara sugere que Emily busque auxílio jurídico. No momento, o travesseiro é o que mais lhe importa.

Cena 10 – Mulheres

Após uma troca de e-mails, Trager encontra-se com Henry Mailer no Museu do Instituto de Artes de Chicago. A conversa é breve, e o objetivo, claro. Mailer entrega ao colega jornalista uma fita com a cópia da gravação realizada na noite em que ele e Krueger foram encontrados no Lincoln Park. Em meio ao diálogo, uma informação interessante vem à tona. Mailer esteve no prédio onde Trager mora e falou com uma vizinha. De gênio difícil, a mulher estava agradecida pela ausência de Trager, especialmente depois da algazarra que ele fizera duas noites antes.

—-

A senhora Penélope Klein é uma daquelas mulheres que parecem ter nascido dentro de um roupão e ostentando brincos de pérola. O batom vermelho não cai bem nos lábios enrugados, mas a fazem lembrar de um passado onde a vida era mais bela. Um passado em que jovens como o senhor Trager respeitavam os idosos do prédio que são seus vizinhos de porta. E que absurdo foi aquele, quando ela foi tirar satisfações pelo barulho! Enviar a senhorita que o acompanhava para responder-lhe. Uma estrangeira mal-educada ainda por cima, que sequer foi capaz de abrir a porta. Não tivesse ela voltado no dia seguinte para desculpar-se e pedir por Jonathan Trager, possivelmente a senhora Klein jamais a perdoaria. Mas ela era tão bela e educada, afinal de contas. E o sotaque francês, com aquele acento típico dos canadenses, ficava tão bem sem uma porta no caminho… Ela disse que o seu nome era Madeleine.

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Penny não está no Gunga Dinner. Nem esteve nos últimos dois dias. Os colegas estão preocupados, mas ainda não chamaram a polícia. Se ao menos ela atendesse ao telefone… Motivado talvez por um sentimento de gratidão, Trager vai até sua casa. Parece vazia. E precisa de alguns reparos imediatamente. A porta dos fundos aberta eleva o nível de preocupação, que acaba atingindo o ápice diante da sala revirada, cenário provável de uma briga violenta. Levando consigo uma agenda de telefones, Trager conversa com um vizinho. Ele lembra de ter ouvido barulho, mas como Penny gostava de receber amigos e ouvir música alto, não deu atenção. A polícia chega em seguida…

Resumo de crônica que tem como referência os livros World of Darkness e Hunter: The Vigil, editados pela White Wolf.
Narrador: Carlos Hentges
Jonathan Trager: Vinícius Lopes
Karl Krueger: Lucas Ramires
Lucy O’Hara: Sabrina Teixeira

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