The Truth's For Sale

Nerd com Pentium 4

Posted in Outros by Carlos Hentges on 25/05/2009

Inevitável, após a recente comemoração do Dia dos Nerds (25/05 – clique e descubra o porquê), não pensar nas dificuldades de ser um nerd viciado em jogos eletrônicos.

Um PlayStation 3 não sai por menos de R$ 1,5 mil. Equipar um PC para rodar as novidades mais recentes custa ainda mais. Como ficam, então, os fãs de games que, como eu, ainda estão se virando para alimentar seu vício em um Pentium 4 (no meu caso, com um agravante. O PC é da namorada!!!)?

Bem, como desistir de jogar não é uma opção, fiz uma lista dos últimos jogos que rolaram na carroça lá de casa. Quero crer que não sou o último incauto com máquina defasada por aí. Espero ajudar quem anda brigando com a tecnologia do início do século.

Para efeito de esclarecimento, e sem ser muito técnico, segue a configuração em que os jogos rodaram:

Pentium 4 – 1Gb de Memória RAM – Placa de Vídeo GeForce FX 5200 128Mb.

Freedom FightersFreedom Fighters: Jogão! “Ele era um simples encanador, mas invadiram o seu país”. No papel de Chris Stone, você deve defender Nova Iorque, e os Estados Unidos, de uma invasão soviética. É isso aí, os sonhos molhados de muitos generais da Guerra Fria realmente aconteceram. Muita ação, um sistema simples e eficaz para comandar seguidores (cujo número aumenta conforme o sucesso das missões e o crescimento de seu Carisma, podendo chegar a 12 soldados) e diversidade na aplicação de estratégias. Um jovem clássico, sem dúvida.

Call of Cthulhu – Dark Corners of the Earth: O universo de Cthulhu eCall of Cthulhu dos Mitos não é fácil. Além da possibilidade de ser estraçalhado por criaturas saídas de pesadelos, sempre existe a insanidade causada pela perversidade de tudo aquilo que seu personagem testemunha. Misturando ação, quebra-cabeças e muita movimentação pelas sombras, esse jogo pode ser extremamente frustrante, especialmente na cena final. Mas a chance de adiar os planos dos Grandes Antigos e atirar em Dagon com um canhão não tem preço.

MorrowindThe Elder Scrolls 3 – Morrowind: Joguei Morrowind durante um mês. Direto! Comecei como um pobre coitado numa vila e terminei como “O Escolhido”, líder das guildas dos Guerreiros e dos Magos. E para isso não abri metade do mapa do jogo. Quer dizer, muitas possibilidades por serem desvendadas. O sistema de combate poderia ser melhor, mas a quantidade de missões e a possibilidade de resolvê-las de formas diferentes mais do que compensam o problema.

Call of Duty 2: O primeiro jogo da série rodou com todas as configurações Call of Dutyno máximo, e o segundo com tudo quase no mínimo. Mesmo assim, prefiro a seqüência. Maior variedade de missões, ação nos fronts soviético, inglês e norte-americano e maior inteligência dos inimigos. Genial! Dizem que o Medal of Honor é mais interessante para multiplayer. Não experimentei essa opção. Mas no modo Campanha o Call of Duty é imbatível.

É uma lista breve, reconheço, mas deve gerar muitas horas de diversão. Achar esse jogos na NET não é das tarefas mais difíceis.

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