Cartas Selvagens VII – Nada além da Verdade
No capítulo anterior:
Os personagens chegam a Nova Iorque, cenário de uma nova disseminação.
Não demoram a descobrir que os sobreviventes estão sendo transferidos para o hospital NewYork Presbyterian.
Ali, acabam auxiliando na contenção de um incêndio misterioso que poderia consumir o hospital.
Após conseguir algumas informações com o coronel Christopher Harris, buscam negociá-las com a Fox News.
05/07/2008 – 7º Dia
A Turba
Cartas Selvagens VI – Transfigurados em 4 de Julho
No Capítulo Anterior:
- Anderson e Walker reencontram Conley sob o jugo de Arthur Pendell, que é morto.
- Uma das sombras, aparentemente livre do controle de Pendell, retira de Conley a capacidade de transmitir o vírus mortal.
- Os personagens retornam para a Base Aérea Maxwell-Gunter, mas deixam o local após uma conversa com o coronel Paul McGillicuddy.
- Em Tuskegee, os personagens tentam montar o quebra-cabeça de seu passado, quando um evento terrível tem início.
04/07/2008 – 6º Dia
Devastação
Cartas Selvagens V – Eterno Retorno
No Capítulo Anterior:
- Os personagens descobrem seus verdadeiros nomes, e são informados de alguns fatos de seu passado esquecido.
- Delta, ou Steve Conley, é seqüestrado por uma das entidades manifestadas por Arthur Pendell, O Quarto Homem.
- Mesmo desconfiados da postura do capitão Kenneth Lambard, Nathan Jones e November, ou melhor, David Anderson e Jason Walker, partem em busca do companheiro desaparecido.
- A busca é frustrada, e Anderson e Walker partem para Nova Iorque, possível palco do terrível plano revelado para Conley.
02/07/2008 – 4º Dia – 21h
Contato
Cartas Selvagens IV – O Princípio da Ambigüidade
O que aconteceu antes:
- Os eventos desse capítulo se passam ao mesmo tempo daqueles descritos no capítulo III – O Quarto Homem.
01/07/2008 – 3º Dia
Respostas
Isolado em uma área de detenção da Base Aérea Maxwell-Gunter, Nathan Jones se conforma em esperar. Entretanto, sua paciência é curta. Não demora até que use os punhos contra as grades para chamar a atenção de um guarda postado no corredor adjacente. Para transformar em ação a incerteza do soldado, Nathan faz ceder duas barras da cela. Apenas o suficiente para mostrar que o confinamento só é possível graças à sua aceitação.
Cartas Selvagens III – O Quarto Homem
No capítulo anterior:
- Na estrada a caminho de Montgomery, estranhos eventos se sucedem. Delta manifesta a capacidade de exercer controle sobre objetos metálicos. E pessoas explodem.
- Enquanto Nathan e Delta atravessam um rancho a caminho de Montgomery e mais mortes se sucedem, November retorna até Tuskegee e trava contato com o tenente Robinson, responsável pelas operações no Hospital do Alabama para Veteranos.
- November se vê prisioneiro dos militares após não conseguir explicar seu envolvimento na morte de soldados nos arredores de Tuskegee. Por fim, ainda tem a chance de conhecer do capitão Lambard, um oficial arrogante que parece saber muito a respeito dos personagens.
- Delta e Nathan chegam a Montgomery levando caos e morte. O rastro de sangue se alastra até a Base Aérea Maxwell-Gunter onde, após um grande confronto, Delta acaba gravemente ferido e Nathan se entrega.
02/07/2008 – 4º Dia
Pesadelo
Cartas Selvagens II – Infestação
No capítulo anterior:
- Os personagens despertam no subsolo do Hospital do Alabama para Veteranos, em Tuskegee. Seus corpos estão cheios de cicatrizes e sua memória, em branco.
- Ao deixar o local, se deparam com uma multidão protestando no estacionamento do hospital. A manifestação é dispersa pela chegada do Exército.
- No dia seguinte, entram em contato com o reverendo Thomas Jones. Ele explica que, no passado, o Hospital do Alabama para Veteranos foi palco de uma experiência a respeito de sífilis que envolveu cobaias humanas.
- Após um confronto com soldados, que deixou dois mortos e inúmeras testemunhas, os personagens decidem buscar mais respostas em Montgomery, capital do Alabama.
30/06/2008 – 2º Dia
Road Horror Show
Cartas Selvagens I – O Despertar
29/06/2008 – 1º Dia
Abrindo os Olhos
A primeira sensação ao abrir os olhos é de que não o fazia há muito tempo. Mesmo sob a luz tênue das lâmpadas de emergência – que revela um quarto de hospital com outras duas camas ocupadas – o efeito é desagradável.
No braço direito, uma grossa camada de esparadrapos esconde uma agulha. Os hematomas ao seu redor revelam que ela está aí há muito tempo. A bolsa que despejava algo parecido com soro em suas veias encontra-se vazia. Examinando o próprio corpo, descobre diversas cicatrizes, algumas antigas, outras recentes. Essa constatação, somada a total ausência de memória, criam um sentimento alarmante.
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