Uma Empreitada Bucaneira – Aventura 16 – Os problemas de um são os problemas de todos
Aventura 16 – Os problemas de um são os problemas de todos.
Capítulo 1: “E o que te faz pensar que os seus problemas são problemas da minha família?”
Rumando para uma cidade próxima após a batalha da noite anterior, novas desavenças surgem entre o pessoal do mais alto escalão. Timothy quer deixar a Duquesa em algum lugar seguro, e o primeiro local que ocorre é Springfield, onde encontra-se a família de Alexander, prospera, feliz e tranqüila. Mas só lá parece que está tudo bem. Sobre o barco, ou mais especificamente sobre Alexander, uma nuvem preta que insiste em chover o tempo inteiro deixa-o de mau-humor. Ele rechaça veementemente a proposta de Timothy, dizendo que os problemas que ele trouxe a bordo devem ser resolvidos por ele mesmo. Apesar de mal humorado, mantém a razão em primeiro lugar. Seria o medo do que o irmão lhe diria ao levar problemas à sua casa?
Uma Empreitada Bucaneira – Aventura 11 – Fica um de 50 anos e sobem dois de 20
Aventura 11 – Fica um de 50 anos e sobem dois de 20
Capítulo 1: Rumo a Tortuga. “Mas que maldição! Estou cercado de gente desconfiada. E nem dou motivo para tanto!”
Thorne e Walker estão com sua tripulação novamente. A família foi deixada em Springfield, mas Alexander decidiu acompanhar o irmão. Fortes vínculos foram criados com Joseph Brown, poderoso empresário da região que comprou as bebidas de Walker e empregou a família de Thorne. O episódio do albratoz se desfaz em meio às ameaças de insubordinação feitas pelo contramestre, Norberto.
Na noite em que Thorne guia o navio antes de chegar a Tortuga, decide buscar mais rum para seus homens no porão, apenas para manter o clima de amizade gerado. Como de costume, leva um susto com a presença de Bootstrap Turner. Mas desta vez ele não está sozinho: Davy Jones o acompanha: “Onde deixou o medalhão Thorne!?” Ele indaga. “Estou disposto a fazer um acordo: você faz com que Jack Sparrow fique com o medalhão e ele lhe liberta de problemas maiores… Ainda fico em dívida com você.” Parece uma boa oferta, ambos se livrariam dele. O amuleto está enterrado em Great Inagua. Ocorre a Thorne que não é bom manter um inimigo como Davy Jones, e sim no mínimo uma situação de neutralidade. Alexander pega o final da conversa e pergunta quem eram aqueles homens e o que queriam, mas uma bofetada dada pelo irmão encerra sua curiosidade. Walker é rapidamente avisado do ocorrido. Thorne e Alexander partem para Great Inagua para reaver o medalhão. Em duas horas estão de volta ao navio.
Uma Empreitada Bucaneira – Aventura 6 – Uma ajuda, ou um exílio bucaneiro
Aventura 6 – Uma ajuda, ou um exílio bucaneiro.
Capítulo 1: Das profundezas eu o conclamo! “Fechado Sr. Thorne. E lembre-se, eu não desisto do peixe, se é que me entende…”
Definitivamente, se Thorne pensava usar o amuleto em seu favor, este era o dia, esta era a hora. Quando o amuleto é jogado na água ouve-se um estrondo muito alto, semelhante a um disparo de canhão. Em alguns segundos, homens começam a surgir de todos os lados do convés, alguns de trás de caixas, outros escalando o barco. Dentre eles, um se destaca: Davy Jones, o imortal guardião do Holandês Voador.
Em uma breve conversa, fica decidido que pagarão 10.000 peças de ouro dentro de uma semana, jogando um baú ao fundo do oceano. Os dois marinheiros que acompanham Walker, Thorne e Eleonora ficam extremamente preocupados com o acordo, se mostrando insatisfeitos, por mais que outra saída estivesse fora de alcance.
Uma Empreitada Bucaneira – Aventura 4 – Aproxima-se uma Tormenta
Aventura 4 – Aproxima-se uma Tormenta
Capítulo 1: A viagem é feliz e de boa sorte para quase todos. “Senhor! Senhor! Há um rato no seu quarto… De uns 80 quilos!”.
Thorne é alertado por seu pequeno ajudante de que há um ladrão mexendo em seus pertences. Prontamente, ele se dirige ao local com seu arpão em mãos. Sem sucesso ao tentar negociar, acaba acertando a mão do rato onde havia algumas peças de ouro e, temendo que a notícia da posse do medalhão se espalhe entre os marinheiros, decide ir falar pessoalmente com o capitão. Sparrow navega despreocupadamente, e não parece demonstrar surpresa ao ouvir a história. Diz a Thorne que foi ele próprio quem deixou o baú selado no mar quando conseguiu se livrar da maldição. Por algumas preciosas moedas ele poderia ajudar o nobre pescador a se livrar da terrível maldição.
Walker, por sua vez, tenta persuadir o capitão a lhe mostrar os documentos que ele achou na igreja do Abade Queiroz, mas parece que sua língua só é afiada com as mulheres mesmo.
Uma Empreitada Bucaneira – Aventura 2: O Entrelace
Aventura 2 – O Entrelace
Capítulo 1: Carne aos Porcos: “Você não me viu esta noite, Tobias. Lembre-se de esquecer disso!”
Tobias acorda Walker no badalar dos sinos da meia-noite e o chama para irem até a prisão, já que o alvoroço causado na casa da duquesa desviou todos os guardas do local. Chegando no posto de vigia, percebem dois guardas em animado jogo de cartas. Após um complicadíssimo entrave com o guarda que tentava tocar o alarme, Walker consegue se livrar dele, com ajuda de Tobias.
Assim que adentram na cadeia, Tobias começa conversar com alguns dos prisioneiros, fazendo tratos e exigindo quantias para soltá-los. O leilão pela liberdade está aberto! Enquanto isso, um homem que se identifica como Capitão Jack Sparrow chama Walker para próximo de sua cela, onde está sozinho:
Uma Empreitada Bucaneira – Aventura 1: Início de Viagem
Aventura 1 – Início de Viagem
Capítulo 1: A Pescaria: “Até que enfim minha sorte está mudando!”
Herman Thorne vai sozinho em um pequeno barco de pesca buscar os alimentos da tripulação. Como de costume, conversa com os peixes. As iscas que não lhe agradam são jogadas às gaivotas. Quando o sol está se erguendo, o anzol prende em algo no fundo do mar. Trata-se de um pequeno baú fechado com chave, mas que está muito gasto devido ao vasto tempo na água. Facilmente arrombado, possui uma espécie de isolamento com gordura, deixando seu conteúdo completamente seco: envolto em uma folha de papel com a escrita “Das profundezas, eu o conclamo!”, e um medalhão. Ao voltar para o navio, ancorado em Isabella, dirige-se ao velho pai para pedir se ele sabe algo a respeito. Samuel Gilbert Thorne está febril em sua rede, e diz nada saber a respeito, apenas lendas e histórias contadas em noites de vigília em alto mar.
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