Blood Street Blues
Se existe uma campanha da qual me orgulho, é Blood Street Blues. Apesar de ter restrições ao Interlock, sistema de regras usado no CyberPunk 2.0.2.0., sou fã do cenário. Ele exigiu muitas adaptações, e parte da ambientação, escrita no início dos anos 90, está datada, especialmente em relação aos desdobramentos da tecnologia. Quero dizer, as pessoas têm implantes cibernéticos, mas ainda precisam de um cabo para se logar à Internet. E, mesmo assim, não existe espaço melhor para contar uma história de corrupção, violência e ambigüidade moral, como eu pretendia. A tecnologia, aliás, é secundária. Suas conseqüências são mais importantes que seus benefícios.
Narrador: Carlos Hentges
Jogador: Peter Petrelli – Filipe Brunetto
Jogador: Danny ‘El Brujo’ Trejo – Carlos Alexandre “Gói” Fedrigo
Capítulo 01 – Uma Noite Sobre a Terra
Capítulo 02 – Sinais da Tormenta
Capítulo 03 – Coisas Belas e Sujas
Capítulo 04 – A Tênue Fronteira
Capítulo 05 – Ponto Culminante
Capítulo 06 – A Primeira Fagulha
Capítulo 07 – Expiação
Capítulo 08 – Senda de Sangue
Capítulo 09 – Atos de Vingança
Capítulo 10 – Dobram os Sinos
Capítulo 11 – A Diplomacia Beligerante
Capítulo 12 – War, War, Total War
Capítulo 13 – All Hell Broke Loose
Capítulo 14 – Le Coup de Grâce
Capítulo 15 – O Fim
Finalizada.